Espaço de divulgação da historia e cultura da localidade de Pascoal, no concelho de Viseu em Portugal. Da autoria e responsabilidade de Delfim Carlos R. Almeida
domingo, 12 de maio de 2019
NOTAS DE LEITURA DE "PORTUGAL E AS POSSESSÕES"
O livro “Portugal e as Possessões” da autoria de Joaquim Augusto Oliveira Mascarenhas, editado em Viseu em 1883 é um dicionário histórico do seculo XIX com notícias históricas e todas as freguesia e concelhos de Portugal e territórios sob administração Portuguesa na Africa e Asia.
Na página 26 apresenta dados sobre a freguesia de Abraveses cuja única novidade são os números de Abraveses nos censos de 1878. Nas páginas 853 a 881 trás um texto longo e bom sobre a cidade de Viseu.
Uma análise a este livro no tempo em que foi escrito finais do século XIX e um bom dicionário.
A cópia deste livro Portugal e as Possessões foi-me oferecida pelo amigo Paulo Galveias.//////////////////////////////////////////
Nota publicada no caderno de notas para a historia de Pascoal (cnhp) volume VIII nota 5 em 12 Maio 2019
sexta-feira, 3 de maio de 2019
NOTAS DE LEITURA DE "A CATEDRAL DE VISEU E SEUS ASPECTOS ARQUITETÓNICOS" DE ALMEIDA MOREIRA
A Catedral de Viseu e Seus Aspectos Arquitetónicos da autoria de Almeida Moreira é conferencia apresentada no congresso Luso-Espanhol na cidade de Cadiz em Maio 1927. Esta conferência apresenta como principal novidade a descoberta da porta Românica ogival que liga o corpo principal da Sé ao claustro e que estava obstruída por azulejos. Este trabalho vale pela fixação no tempo ano de 1927 do século XX antes das grandes obras de restauro que ocorreram em anos posteriores.
Esta preciosidade é fotocopia do original e foi-me oferecido pelo amigo Paulo Galveias.////////////////////////////
Nota publicada no caderno de notas para a historia de volume VIII com o numero 3 em 2 Abril 2019
NOTAS DE LEITURA DA TESE DE DOUTORAMENTO DE CARLOS ALVES SOBRE A SÉ DE VISEU
Carlos Alves na sua tese de doutoramento intitulada “A Evolução Arquitetónica e Artística da Catedral de Santa Maria de Viseu – Desde a Idade Média atá Idade Contemporânea” defendida na Universidade de Barcelona e publicada em 2015 em dois volumes, defende uma ideia na página 80 do volume I, segundo a qual a origem da Sé de Viseu teve início numa fortificação Romana em forma de quadrado – ver imagem.
Esta ideia da origem da Sé de Viseu de uma fortificação Romana é original e está muito bem fundamentada. Parabéns ao autor pela tese de doutoramento que é um belo trabalho que merece ser editado para o publico conhecer melhor a Sé de Viseu.
Um obrigado ao amigo Paulo Galveias pelo empréstimo do livro.
///////////////////////////////Nota publicada no caderno de notas para historia de Pascoal volume VIII com o numero 2 em 28 Março 2019
O PORQUÊ DO NUMERO NAS BANDEIRAS DAS IRMANDADES
Encostada a Igreja de Vildemoinhos a aguardar a saída de um funeral de um Pascoalense que aí residia estava a bandeira da Irmandade Nossa Senhora das Neves da localidade de São Salvador e tem pintado na sua bandeira o nº 2. Durante muito anos procurei compreender o porquê dos números nas bandeiras das irmandades.
Através da investigação histórica já tinha descoberto que o número pintado nas irmandades está relacionado com a data da sua fundação. Assim se percebe que a Irmandade de Nossa Senhora das Neves fundada em 1638 é mais antiga que a Irmandade Nossa Senhora dos Prazeres de Pascoal fundada em 1655 que na bandeira tem pintado o número 3 também presente no referido funeral. Estava também presente a Irmandade de São João de Vildemoinhos fundada em 1695 a mais moderna das três presentes.
Vildemoinhos 17 Março 2019////////////////////////////Nota publicada no caderno de notas para a historia de Pascoal (cnhp) - volume VIII com o numero 1 em 17 Março 2019
quarta-feira, 24 de abril de 2019
25 ABRIL 1974 - QUARENTA E CINCO ANOS DEPOIS
Escolhi este poema de Sophia de Mello Breyner Andresen para celebrar os quarenta e cinco anos do 25 de Abril de 1974. Recordo que há quarenta e cinco anos tinha 9 anos de idade era aluno do 4 ano da escola primaria de Pascoal durante a tarde começou a circular a noticia que "houve uma revolução em Lisboa" e no final da tarde foi andando em Pascoal de lado para o outro esperando o meu pai que vinha de trabalhar no comercio e chegou com o jornal debaixo do braço mais cedo do que o habitual pois de tarde já não trabalharam tal era a alegria.
Foi uma madrugada que gostei porque:
- Devolveu-nos o maior valor de todos a liberdade de dizer,pensar a politica a cultura...
- Acabou com a guerra colonial (em África) - onde combatiam os meus tios Albano F. Santos e Horácio Monteiro entre outros Pascoalenses.
- Educação para todos - alegria que foram esses tempos de 1974 e seguintes para um jovem estudante.
- Saúde através do Serviço Nacional de Saúde para todos.
Por tudo isto viva o 25 Abril
Delfim Almeida
segunda-feira, 22 de abril de 2019
ROMARIA A SENHORA DO CRASTO
Fui em romaria a Senhora do Crasto e descobri os novos marcos que delimitam o perímetro florestal do Crasto. São pretos e feios em comparação com os antigos. O romeiro Delfim Almeida
sábado, 20 de abril de 2019
NOTAS DE LEITURA DO LIVRO "DIÁLOGOS MORAIS E POLÍTICOS"
O livro “Diálogos Moraes e Políticos” da autoria de Manuel Botelho Ribeiro Pereira escrito entre 1630 e 1636 a moda da época num diálogo entre o Doutor e o personagem Lemano e outro o Soldado é a mais antiga cronica da história cidade de Viseu e dos seus bispos.
Da leitura do livro Diálogos Moraes e Políticos uma edição da Junta Distrital de Viseu, editado em Viseu em 1960, retirei várias notas para o roteiro bibliográfico para a história de Pascoal (rbhp) na página 88 sobre a ribeira de Mide e nas páginas 420,421,422 e 457 sobre o Convento São Francisco do Monte
Á muito tempo que tinha vontade de ler este livro com tempo e desde o princípio ao fim com o objetivo de o compreender, mas devido ao seu tamanho (mais de 500 páginas) e a sua estrutura narrativa em forma de diálogo, a leitura foi demorada mais de um mês. Tenho a agradecer ao amigo Paulo Galveias que me emprestou e o livro e foi paciente na espera que a leitura terminasse
Quando parti para a leitura dos Diálogos Moraes e Políticos só tinha uma expetativa que era conhecer a descrição da fachada da Sé de Viseu que ruiu em 1635. Da leitura consegui perceber que era muito diferente da atual e de outro estilo arquitetónico.
A leitura deste livro foi um tempo longo, mas agradável.
/////////////////////////////////////Publicado no caderno de notas para historia de Pascoal (cnphp) volume VII nota 41 em 5 março 2019
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