domingo, 28 de outubro de 2018

CLAUDIO TORRES

Interpelei para cumprimentar e saudar o arqueólogo Cláudio Torres na rua do Comercio em Viseu. Falamos sobre o seu trabalho no campo arqueológico de Mértola e durante a conversa fiquei a saber que as suas origens são de Tondela e que é filho Flausino Torres um ex-dirigente do Partido Comunista Português que viveu muito anos exilado e é tio de Miguel Torres vereador da Camara Municipal de Tondela. Gostei muito desta conversa, a arqueologia ficara-lhe sempre grata pelo seu trabalho de revolver a terra e procurar os vestígios que explicam a nossa historia. Nota 36 publicada no cader de notas para a historia de Pascoal . volume VII em 19 de outubro 2018

VISITA GUIADA AO CONVENTO DE SÃO FRANCISCO DO MONTE

Visita guiada noturna ao Convento São Francisco do Monte na localidade de São Martinho de Orgens na paroquia de Orgens pela Fátima Eusébio diretora do Departamento de Bens Culturais da Diocese de Viseu incluída nas comemorações do décimo aniversário do Departamento de Bens Culturais da Diocese de Viseu. Fátima Eusébio falou de improviso falou da historia do convento de São Francisco do Monte desde o século XV até aos nossos dias e muito bem. Mas o improviso por vezes tem lapsos com o de explicar aos assistentes o porquê do nome Convento São Francisco do Monte. A origem do nome vem do facto de desde o seculo XVII até ao século XX houve no concelho de Viseu dois conventos da ordem de São Francisco um na cidade de Viseu e antigo na encosta bucólica junto a São Martinho de Orgens e tem do outro lado da encosta a Serra do Crasto e dai advém o nome de São Francisco do Monte e ainda explicar a importância do convento na historia dos povos que lhe são vizinhos. Explicou muito bem o belo retábulo igreja do convento e restante edifício do convento. Depois da palestra continuou ao que resta do convento fomos a sacristia ver o belo teto de caixotões com um conjunto de pinturas já todas restauradas seguimos para o coro e de lá admiramos o edifício e o seu magnifico retábulo um dos mais belos do estilo do maneirismo na diocese de Viseu. A visita continuou aos edifícios contíguos que a paroquia de Orgens comprou na última década e esta a restaurar onde se pode ver os claustros o refeitório e o forno do convento. No refeitório deparamos com uma janela em redondo com banco em pedra e uma estante em pedra para o frade estar a ler o livro dos livros a bíblia enquanto os outros comiam a refeição. As condições não foram as melhores por ser de noite e alguns espaços andarem em obras, mas lanterna do telemóvel deu muito jeito. Foi uma visita diferente ao convento São Francisco do Monte que pela influência que teve até ao seculo XIX na historia de Pascoal me habituei a saber a historia e a conhecer. Nota publicada com o numero 35 no caderno de notas para a historia de Pascoal volume VII em 15 de outubro 2018

CERIMONIA APRESENTAÇÃO DO LIVRO "DO IMPERIO AO REINO ENTRE OS SECULOS IV E XII

Participei na Cerimonia de apresentação do livro do Imperio ao Reino – Viseu e o seu Território entre os séculos IV e XII que decorreu no dia 12 de outubro 2018 no jardim da Casa do Miradouro (junto a Sé em Viseu nas traseiras do Museu Grão Vasco) em Viseu. A apresentação de Catarina Tente na qualidade de coordenadora do livro que transcreve as comunicações do congresso realizado em 2016 no Teatro Viriato onde também participei. A cerimonia foi presidida por o presidente da Camara Municipal de Viseu, Almeida Henriques e contou com muito publico estive na companhia do Paulo Galveias. Desde o congresso de 2016 de Imperio ao Reino que admiro as comunicações da Catarina Tente e foi esta admiração que me levou a cerimónia e adquirir o livro. O livro tem muitas comunicações de vários autores, mas na primeira leitura destaco a de Carlos Alves que tem um belo texto sobre a evolução da Sé de Viseu e acaba com o mito onde foi o paço real e o castelo junto a Sé de Viseu. Através do texto e de um mapa explica onde foram estes edifícios contíguos a Sé. Há muito mais para ler e para descobrir sobre a historia de Viseu e dos territórios envolvente a cidade de Viseu. no publicada no ca
derno de notas para a historia de Pascoal (cnhp) com o numero 34 do volume VII em 13 de outubro 2018

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

NOTAS DE LEITURA DO LIVRO "O HOSPITAL NOVO DA MISERICÓRDIA DE VISEU

A leitura do livro “O Hospital Novo da Misericórdia de Viseu – Assistência, Poder, Imagem” da autora Vera Lúcia Almeida Magalhães editado pela Santa Casa da Misericórdia de Viseu em 2010 é um excelente livro que nos permite conhecer como evolui a assistência hospitalar em Viseu desde a idade media até a idade contemporânea. O hospital novo da misericórdia foi uma construção lenta que se arrastou desde o final do seculo XVIII e só começou a ser utilizado na primeira metade do seculo XIX devido ás contingências politicas da primeira metade do século XIX. Um belo edifício que muito orgulha os Visienses e que na atualidade é uma Pousada de turismo. Da leitura retirei uma nota para o Roteiro Bibliográfico Historia de Pascoal na pagina 96 sobre a pedra da serra do Crasto utilizada na sua construção. Parabéns a autora. Um obrigado ao amigo Paulo Galveias pelo empréstimo do livro.////////////////////////////// Nota publicada no caderno de notas para a historia de Pascoal (CNHP) volume VII nota 33 em 15 Agosto 2018

NOTAS DE LEITURA DO CATALOGO ARTE,PODER E RELIGIÃO NOS TEMPOS MEDIEVAIS

Leitura do catalogo da exposição que se realizou no museu Grão Vasco em Viseu entre 14 de agosto e 14 novembro de 2009 numa edição da camara municipal de Viseu. Desta leitura retirei notas nas paginas 31,32 e 33 sobre a inquirições gerais de D. Afonso III em 1258.///////////////// Nota publicada no caderno de notas para a historia de Pascoal volume VII com o numero 32 em 23 de junho 2018.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

NOTAS DE LEITURA DO LIVRO VISEU NOS SECULOS XVII E XVIII DE LILIANA CASTILHO

Terminei a leitura do livro Viseu no seculo XVII e XVIII em papel da autoria de Liliana Castilho editado em 2018 que já tinha lido em versão informática em ficheiro PDF ambos me chegaram pela mão amiga do Paulo Galveias. A leitura do livro foi sobretudo para perceber se correspondia a versão já lida em formato informático em ficheiro PDF. É igual não tem diferenças significativas. Devo manifestar que gosto da forma como a Dra. Liliana Castilho escreve e explica a cidade de Viseu nos séculos XVII e XVIII. Liliana Castilho dá enfâse a um gesto e momento que no final do século XVIII marcou a cidade de Viseu nos seculos seguintes que foi depois do incêndio na camara municipal que a época se situava na Praça D. Duarte a decisão de não reconstruir o edifício antigo e construir um novo edifício fora da parte velha da cidade. Foi uma decisão arrojada e demorada, mas marcou o desenvolvimento da cidade de Viseu. Muitos poucos historiadores sobre a cidade de Viseu destacam este momento, mas foi decisivo e Liliana Castilho não o esqueceu. Parabéns pelo livro, Viseu merece este estudo profundo sobre a cidade de Viseu. Desta leitura que foi agradável retirei uma nota para o RBHP (Roteiro Bibliográfico para a Historia de Pascoal) sobre carregamento de pedra da serra do Crasto para as obras na Sé de Viseu no seculo XVIII.//////////////////////////////////// Nota 31 do caderno de notas para historia de Pascoal publicada em 09 de junho 2018

domingo, 3 de junho de 2018

CERIMONIA DO LANÇAMENTO DO LIVRO SOBRE A IRMANDADE NOSSA SENHORA DA OUVIDA EM RANHADOS

A convite do amigo Paulo Galveias fui a Ranhados a cerimónia do lançamento do livro sobre a Irmandade Nossa Senhora da Ouvida no sábado dia 28 de abril 2018 na igreja de Ranhados que contou com a presença do Bispo de Viseu Dom Ilídio Leandro, do Vice-presidente da Camara Municipal de Viseu Joaquim Seixas e do presidente da Junta Freguesia de Ranhados, Luís Filipe Mendes e pároco de Ranhados José Pedro Matos além do autor de João Ferreira da Fonseca. Cerimonia bem organizada, muitos discursos e a revelação que na origem de tudo esteve o amigo Paulo Galveias que descobriu o manuscrito dos estatutos da Irmandade de Nossa Senhora da Ouvida de 1750 num alfarrabista em Lisboa e alertou para a sua existência e posterior compra e deu origem a este livro. O livro é uma edição da Junta Freguesia de Ranhados e da Paroquia de Ranhados adquiri o livro e vou lê-lo e ver se tem interesse para a historia de Pascoal e em particular para a historia da Irmandade Nossa Senhora dos Prazeres de Pascoal cuja fundação em 1655 ocorreu trinta e dois anos depois da irmandade de Nossa Senhora da Ouvida de Ranhados./////////////////Nota 30 publicada no caderno de notas para a historia de Pascoal em 29 Abril 2018