sábado, 23 de janeiro de 2021

"ANDAR AOS PAPEIS"

“Andar aos papeis” – é um projeto de recolha de papeis, documentos cartazes e propaganda eleitoral para o Arquivo Contemporâneo para a História de Pascoal. O Arquivo Contemporâneo para a História de Pascoal, é constituído por um conjunto de mais de 2473 documentos em papel, num conjunto de 15 pastas de arquivo, onde se guardam documentos com interesse para a história de Pascoal, e tem um conjunto de 45 entradas. Tem vindo a constituído desde 1983 e, encontra-se em Pascoal. Só para dar uma panorâmica do Arquivo Contemporâneo para a História de Pascoal das 45 entradas aqui ficam apenas seis: Comissão de moradores de Pascoal; Irmandade Nossa Senhora dos Prazeres; Associação Cultural Recreativa e Social de Pascoal; Cartazes; Monte de Santa Luzia; Baldios. Quem tiver documentos sobre estas e outras instituições, ou cartazes das festas onde participou e quiser deitar fora pode entregá-los para serem guardados e servirem para memoria futura. A entrega pode ser feita aos dois administradores da página “Pascoal Historia e Cultura” na rede facebook nas pessoas de, Delfim Carlos Rodrigues de Almeida ou, Fernando Rodrigues Ferreira ambos residentes em Pascoal. Apela-se a entrega de documentos, mas quem desejar também o pode consultar, basta solicitar aos administradores da página “Pascoal História e Cultura”. Semanalmente na página do facebook “Pascoal História Cultura” ira ser divulgado um documento, para mostrar a diversidade do Arquivo Contemporâneo para a História de Pascoal. Esta semana com o título “Andar aos papeis #1” – irá ser divulgado um documento da rubrica, cartazes: o cartaz do 1º Encontro de Cantadores de Janeiras de Pascoal realizado no largo do Rossio em Pascoal, em, 5/1/1985. Não deite nada fora que servia a memoria coletiva. Nós guardamos, para que no futuro se possa recordar! Bem haja. /////////////////////////////////////////////////////////////////Nota 25 publicada no caderno notas para historia de Pascoal Volume VIII em 23 de Janeiro 2021

segunda-feira, 30 de novembro de 2020

130 ANOS DA FREGUESIA DE ABRAVESES (1890-2020)

Comemoram-se hoje 130 da criação da Freguesia de Abraveses instituida em 30 de Novembro 1890. Falar da freguesia de Abraveses para mim e falar com um conhecimento profundo pois ao longo de mais de 25 anos procurei conhecer a sua historia e excrevi um conjunto de textos que ajudaram a revelar a sua historia. ////////////////////////////////////////////////////////////////////// FREGUESIA DE ABRAVESES – TEXTOS ESCRITOS ///////////////////////////////////////// Ao longos dos anos escrevi vários textos sobre a freguesia de Abraveses sobre vários temas: ///////////////////////////////////// Actas • Livros de Actas da Junta de Freguesia de Abraveses 1912 a 1990 – Notas de Leitura escrito em 1995 Cemitérios • Cemitérios da Freguesia de Abraveses de 1857 a 1992 escrito em 1995 Censos • Freguesia de Abraveses – censos de 1864 a 2011 escrito em 2011 -  I República Freguesia de Abraveses as difíceis relações entre a República e a Igreja entre 1912 a 1926 escrito em 2013 Eleições • Ato eleitoral para a Junta Freguesia de Abraveses em 1954 escrito em 2019 Registos Paroquiais • Registos Paroquiais de Abraveses ente 1857 a 1911 escrito em 2019 II República • A Freguesia de Abraveses do Enorme Crescimento á Divisão entre 1926 a 1974 escrito em 2020 Só me falta escrever sobre o período da III República a partir de 1974, mas penso que vai ter que esperar por 2024 quando se comemorar o cinquentenário da revolução de 25 de Abril 1974./////////////////// Nota 18 do caderno de notas para a historia de Pascoal Volume VIII em 8 Abril 2020//////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////// Outro motivo foi que fui eleito democraticamente entre 1993 a 2001 para servir a freguesia e os cidadãos da freguesia o que me permitiu fazer conhecer muito bem a freguesia de Abraveses. A feguesia de Abraveses em particular a sua Junta de Freguesia ao longo dos 130 tem uma historia rica que merece ser divulgada e foram as gentes de Moure de Carvalhal, Povoa de Abraveseses, Santiago (1890 -1958), Esculca (1890-1958), Aguieira (1890-1958), Abraveses, Santo Estevão e Pascoal que ajudaram a construir este 130 anos de historia de formar a dar gosto viver na Freguesia de Abraveses. Delfim Almeida

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

NOTAS DE LEITURA DO LIVRO "MINERAÇÃO DE VOLFRÂMIO E ESTANHO NO CONCELHO DE VISEU 1884 A 1986

O livro Mineração de Volfrâmio e Estanho no concelho de Viseu 1884-1986 é um estudo exaustivo sobre a exploração destes minérios no concelho de Viseu nos séculos XIX e XX. Da leitura deste livro retirei muitas notas para o Roteiro Bibliográfico para a História de Pascoal das páginas 102 a 107 sobre a freguesia de Abraveses e das páginas 159 a 164 sobre a freguesia do Campo de Madalena. Retirei informação sobre a freguesia do Campo de Madalena pois o Monte de Santa Luzia pertence ás duas freguesias, Abraveses e Campo de Madalena e como na base e nas encostas do Monte de Santa Luzia houve muitas minas sobretudo de volfrâmio para não se perder a informação retirei dados das duas freguesias. O livro descreve com muito pormenor a exploração de volfrâmio e estanho na freguesia de Bodiosa as minas e a separadora. Faz ainda referência a existência de uma separadora de minério ao fundo da avenida da Bélgica (sentido Abraveses-Viseu) o para mim foi um dado novo pois nunca tinha ouvis to falar ou lido algo sobre essa separadora. O autor divulga uma fonte primária nova que é o livro das minas de 1884 a 1912 existente no arquivo municipal da Camara Municipal de Viseu. Foi uma leitura agradável está de parabéns o seu autor Fernando Vale. A leitura deste livro só foi graças a um empréstimo do amigo Paulo Galveias ///////////////////////////////Nota incerida no cadeno de notas para a historia de Pascoal (cnhp) volume VIII nota 24 em 15 Novembro 2020

domingo, 26 de julho de 2020

NOTAS DE LEITURA DO LIVRO "A MEMÓRIA DAS ÁGUAS"

O livro A Memoria das Águas – Fontes, Memorias, Lendas e Outras Histórias Perdidas da Freguesia de Viseu – da autoria de João Ferreira Fonseca e Margarida Ferreira Santos editado pela freguesia de Viseu em julho 2020 permite-nos uma viagem através do texto e fotografias pelas fontes da cidade de Viseu. Com uma apresentação gráfica moderna e um bom texto com boa pesquisa histórica permite conhecer as fontes da cidade como a fonte de Santa Cristina; fonte Regueira, fonte das três bicas e fonte largo Pintor Gata, a fonte São Francisco, a fonte da Ribeira, as fontes do Fontelo e a fonte do Rossio em frente á igreja dos Terceiros já desaparecida. Da leitura do livro retirei uma nota para o Roteiro Bibliográfico da História de Pascoal nas páginas 74 e 75 sobre o convento São Francisco do Monte. A leitura deste livro foi possível graças ao empréstimo do amigo Paulo Galveias. //////////////////////////////////////////////Nota publicada no caderno de notas para a história de Pascoal (cnhp) volume VIII com o numero 23 em 25 de julho 2020

DOCUMENTOS E FOTOGRAFIAS SOBRE O MONTE SANTA LUZIA, PARA UMA EXPOSIÇÃO NO MUSEU QUARTZO

Na companhia do amigo Paulo Galveias desloquei-me a EON – Indústrias criativas na rua D. Duarte em Viseu onde falei com o arqueólogo Pedro Sobral e o historiador Carlos Alves onde me foi pedido se tinha e podia ceder fotografias e documentos sobre a exploração do quartzo no Monte de Santa Luzia para uma exposição sobre a exploração do mineral quartzo nas décadas de 60 e 80 do seculo XX no Monte de Santa Luiza a inaugurar em setembro 2020 no Museu do Quartzo. Respondi que sim e que faria chegar o que tenho no arquivo contemporâneo para a historia de Pascoal (achp) e no roteiro bibliográfico para a historia de Pascoal (rbhp) e fotografias do arquivo fotográfico de DCRA. Depois da escolha dos documentos por parte de Carlos Alves no dia 9 de julho 2020 deixei na EON o que me foi pedido. O material solicitado foi: Arquivo contemporâneo 5.09.03 – Projeto da CMV para recuperação do Monte de Santa Luzia 5.09.6 a 13 – Copia do livro de atas comissão festas Santa Luzia 1984/1994 5.09.101 – Capela Santa Luiza anos 30 a 2008 5.09.102 a 126 – Copia do tombo dos baldios de Viseu de 1724 5.21.02 – atas da junta freguesia de Abraveses 1934 a 1952 – ata de 1938 5.23.153 – Queixas da população de Pascoal contra a poluição vinda do Monte de Santa Luzia em 1983. Roteiro bibliográfico Revista da feira de São Mateus ano 1983 – pag. 59 Revista da feira de São Mateus ano 1991 Jornal da Beira de 20-01-1994 – construção de albufeira no monte Fotografias C1- nº 29/30/31/32/44/45/46/51 Deixei os documentos no dia 9/7/2020 e recolhi os no dia 11/07/2020. Compete agora aos organizadores da exposição utilizar se assim o entenderam os utilizarem ou não os documentos pedidos. Este encontro com os responsáveis da EON valeu a pena pelo contatos trocados e as conversas sobre o monte de Santa Luiza. //////////////////////////////////////////////////////Nota publicada no caderno de notas para a historia de Pascoal (cnhp) volume VIII com o numero 22 em 13 Julho 2020

sexta-feira, 12 de junho de 2020

EDUARDO RODRIGUES SANTOS - UM PASCOALENSE NO CONTEXTO MILITAR DA 1ª REPUBLICA

HISTÓRIA DE PASCOAL E, SEUS APONTAMENTOS REDESCOBERTOS: EDUARDO RODRIGUES DOS SANTOS, NATURAL DE PASCOAL, TENDO CUMPRIDO SERVIÇO MILITAR, NO QUARTEL DE NELAS-VISEU, (VIAGEM ESTA, QUE FAZIA SEMPRE A PÉ, POR ATALHOS), ATÉ, 21 DE MAIO, DE 1916. COMO 2.º CABO Nº. 210, DO 1.º ESQUADRÃO DE CAVALARIA Nº.7, EM CASTELO BRANCO. (6 DIAS DE DETENÇÃO, (POR NÃO MANDAR FAZER A LIMPEZA DA CAVALARIÇA). MESMO JÁ SENDO CASADO E, COM UMA FILHA DE NOME, GUELHERMINA RODRIGUES DOS SANTOS, METEU REQUERIMENTO PARA NÃO SEGUIR O SERVIÇO MILITAR. NO ENTANTO, FOI CHAMADO PARA ANGOLA. NO DIA 19 FOI PROMOVIDO A 1.º CABO E, NO DIA 20 DE SETEMBRO DE 1917, EMBARCOU PARA ANGOLA, FORTALEZA DE S. MIGUEL, DESEMPENHADO POR ALGUM TEMPO A FUNÇÃO DE, CARCEREIRO. A SUA FILHA GUELHERMINA, FALECEU NO DIA, 07 DE JANEIRO DE 1919. TEVE FUNERAL NO DIA 08 DE JANEIRO E, NO DIA 8 DE JANEIRO DE 1961, NASCIA O NETO DE EDUARDO, (EU FERNANDO), QUE JAMAIS O IRÁ ESQUECER. COMO COSTUMO DIZER: (HÁ COINCIDÊNCIAS, QUE COINCIDEM, OUTRAS NEM POR ISSO). "HERDEI" UM COLETE, QUE AINDA O TENHO NA MINHA POSSE, QUE CUSTOU 400 REIS, EM 12 DE DEZEMBRO DE 1916. COMO CONSTA DA SUA CADERNETA MILITAR, (NA MINHA POSSE), O TEMPO TOTAL DE TROPA, PERFEZ 4 ANOS, APENAS, COM OITO DIAS DE DETENÇÃO, (EM ANGOLA), POR DEIXAR
IR BEBER UM COPO DE VINHO A UM RECLUSO, QUE ESTAVA À SUA GUARDA. (MAIS PORMENORES, NAS FOLHAS PUBLICADAS). FeRoFe-12.06.2020

sexta-feira, 15 de maio de 2020

ESCAVAÇÕES NO CASTRO SANTA LUZIA - 2

Ao remexer nas caixas das fotografias particulares encontrei um conjunto de 17 fotografias que eu fotografei de escavações no Castro de Santa Luzia em 1984. Esta fotografias mostram o trabalhos dos arqueólogos e os seus instrumentos de trabalho e três locais onde foram realizadas sondagens.
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